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Minha gente, o que presenciamos hoje nas entranhas da nossa nação não é um mero desvio de conduta, mas uma abjeta e incondicional rendição! O Estado, que deveria ser o depositário exclusivo do monopólio da força e o inquebrantável fiador da ordem jurídica, ajoelha-se, obnóxio e claudicante, perante o poderio nefasto das facções criminosas.

Trata-se de um conluio espúrio, uma simbiose macabra entre aqueles que empunham fuzis nas vielas e aqueles que empunham canetas nos gabinetes atapetados. A pusilanimidade de nossos governantes permitiu a instauração de um Estado paralelo, onde o terror dita as leis e a barbárie cobra os impostos. Assistimos, atônitos, a uma leniência estatal que beira a cumplicidade explícita, concedendo salvo-conduto à criminalidade sob o manto diáfano de falsas garantias processuais. Esta República não pode curvar-se aos ditames de facínoras! Exige-se pulso firme, rigor draconiano e a imediata restauração do império da lei, doa a quem doer!